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Abelhas em dança de acasalamento ao som de um paino disco desenfreado.
De volta com o indie aqui no pérolas com esta menina que vai passar por cá no porto no plano b na quarta-feira dia 11.
Jesy Fortino é uma songwriter que está algures entre Devendra Banhart e Joanna Newsom. Songwriters deste género já há muitos é certo, mas o que se destaca é a sua voz que tem uma qualidade única.
aqui fica o myspace para os mais curiosos http://www.myspace.com/tinyvipersss

Então o meu amigo põe-se a falar do Cat People sem sequer creditar o verdadeiro génio, compositor italiano, o grande precursor da musica de dança, como nós a entendemos nos nossos dias, que é o Giorgio Moroder.
Fique lá com a E=MC2, um clássico de rara beleza, onde os vocoders tresandam de charme cibernético, e onde as programações arpeggio e sequências do sintetizador moog nos embalam para uma pista de dança numa qualqer cave da Itália de inicios de 80, onde podemos dançar com a belissima Grace Jones.
E aproveita que ele no fim da música dá a receita para a produção. É só pegares num lápis e no fim de semana deves ter a tua faixa pa arrebentares nas mesas do piolho.

Um clássico da editora Nova Iorquina West End Records. Uma label independente, que, a par da Prelude, Salsoul, foi uma das responsáveis pelo estatuto de culto que o disco goza ainda hoje.
Do It To The Music, foi editada em 82 e tem um dos refrões mais carismáticos da história do disco. Esta música, assim como quase todo o catalogo da West End, carrega a marca distintiva da sua editora, um som mais cru, menos "enfeitado" por orquestrações deslumbrantes e mais centrado no dialogo entre os vários instrumentos, que vão esperando pela sua vez de brilhar. Mas nunca demasiado, resultando num som, mais sujo, mais directo, mas com uma força e um carisma difíceis de igualar.
Uma das ultimas bandas vocais a sair de Chicago. Um quinteto de vozes muito suaves, que neste tema cantam sobre a separação, tema recorrente da soul. Enjoy

Bobby Womack é o senhor que se segue nesta minha recente incursão pela soul. Uma verdadeira lenda, com uma musicalidade e um sentido de ritmo impressionantes. Há vários exemplos da sua genialidade, e talvez o tema que sugiro hoje, nem seja o mais imediato. Sugiro que descubram o seu extenso reportório, tão extenso e de tamanha qualidade, que foi alvo da escolha do não menos genial Tarantino, para os créditos iniciais e finais do seu filme Jackie Brown.

Pequeno grande tesouro do Brasil contemporaneo.

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